Es, es, es, o Ipatinga virou fregues!!!
CRUZEIRO É CAMPEÃO DO CAMPEONATO MINEIRO MAIS UMA VEZ!!!!!!!!!
ZEEEEEEERRRRRRRROOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!
Cruzeiro dá o troco no Ipatinga e solta o grito de campeão (02/04)
Um ano depois de perder o título mineiro dentro do Mineirão para o Ipatinga, o Cruzeiro deu o troco ao seu adversário na mesma moeda. Com uma vitória por 1 a 0 no estádio Ipatingão, em Ipatinga, no Vale do Aço, o time da capital soltou o grito de campeão que estava engasgado desde 2004. O gol do título foi marcado pelo armador Wágner.
Com o empate por 1 a 1 no primeiro duelo da final, em Belo Horizonte, o Ipatinga entrou em campo tendo a vantagem da igualdade e por muito pouco não conseguiu o seu objetivo. Aos 37 minutos da etapa complementar, Diego Silva acertou a trave. Já aos 44, o Tigre teve um gol anulado devido a um toque de mão de Teco corretamente marcado pelo auxiliar Herbert Costa Andrade. No final, prevaleceram a maior experiência e a tradição celeste.
O jogo
Ipatinga e Cruzeiro fizeram um primeiro tempo muito igual, em que a marcação e estudo do adversário sobressaíram. Pelo maior número de chances criadas nos 15 minutos finais, o time de Paulo César Gusmão foi premiado com um gol e a inversão da vantagem.
O Cruzeiro começou a partida num ritmo alucinante, dando a impressão que abriria logo o marcador. Aos três minutos, Wágner foi à linha de fundo pela esquerda, cruzou, Élber dominou na pequena área, fez o giro e chutou sobre o zagueiro. Fábio Santos pegou o rebote na entrada da área de perna canhota e mandou rente à trave esquerda de Posso.
A pressão celeste parou por aí. Mais consciente e tocando bem a bola, o Ipatinga aos poucos passou a comandar as ações. O primeiro chute a gol foi de Léo Medeiros, em falta da entrada da área. Já a primeira jogada trabalhada quase resultou em gol aos 17. Diego Silva penetrou na área e foi travado por Edu Dracena quando se preparava para concluir.
A emoção não passou disso nos primeiros 20 minutos. O Cruzeiro encontrava muita dificuldade para penetrar, mas por outro lado não dava campo para Ipatinga contra-atacar. O panorama só se alterou quando Paulo César Gusmão trocou Jonathan por Luizinho na lateral-direita. Mais versátil, o recém-promovido chamou a responsabilidade para si em algumas jogadas individuais e abriu a defesa ipatinguense, antes bem armada.
O Cruzeiro só voltou a dar trabalho aos 23. Bomfim lançou Èlber na grande área, mas Teco se antecipou e fez o corte. Os donos da casa tiveram sua melhor chance aos 29. Marinho Donizete penetrou na área pela esquerda, deu um corte seco em Luizinho e chutou rasteiro, no canto direito. Fábio defendeu parcialmente e Diogo afastou o perigo.
O Cruzeiro respondeu no ataque seguinte, aos 30. Gil foi à linha de fundo e cruzou na cabeça de Élber. O atacante mandou no ângulo esquerdo e Posso desviou a escanteio com defesa à queima-roupa. Aos 35, Élber desperdiçou nova oportunidade. Da direita, Bomfim chutou cruzado, Willian falhou no corte e Élber, desequilibrado, chutou sobre Posso. Quando Gil armava o chute, o goleiro mandou à linha de fundo no reflexo.
Posso voltou a aparecer aos 37, em cabeceio de Dracena após escanteio. Os minutos finais do primeiro tempo foram de pressão cruzeirense. Na única jogada encaixada, aos 45, o Cruzeiro conseguiu abrir o placar e inverter a vantagem na decisão. Wágner foi lançado na ponta esquerda por Fábio Santos e cruzou. Élber desviou de calcanhar e a bola parou na trave direita. No seu retorno, Wágner apenas empurrou para as redes: 0 a 1.
O goleiro Rodrigo Posso deixou o campo prometendo um novo Ipatinga na etapa final. “O Ney sabe o que fazer no vestiário e tenho certeza que ele vai acertar a equipe”.
Segundo Tempo
No intervalo, Ney Franco trocou Leandro Salino pelo também volante Jaílton. A ordem era reforçar a marcação no setor esquerdo do ataque cruzeirense. Mas o Cruzeiro voltou mais organizado e explorando as jogadas pelo lado direito, com Luizinho. Nos primeiros dez minutos, levou perigo três vezes ao gol de Rodrigo Posso e foi prejudicado com a marcação de um impedimento inexistente de Élber, que o deixaria na cara do gol.
Aos 17 minutos, o Cruzeiro perdeu Wágner, que se queixou de cansaço. Tendo apenas Kerlon como homem de criação no banco, mas ainda sem a condição física ideal, Paulo César Gusmão não viu outra alternativa senão lançar o volante Jonílson na partida. No Tigre, Ney Franco trocou Jaílton, que acabara de entrar, pelo atacante Cristian.
Instantes depois, Gusmão queimou a sua terceira substituição. Alecsandro entrou no posto de Élber, também muito desgastado. A esta altura, o Ipatinga já era superior em campo e pressionava a defesa cruzeirense em busca do gol que lha daria o título. O Cruzeiro era ameaçado a todo instante e se limitava a contra-atacar, sem levar perigo.
Aos 37, o Cruzeiro foi salvo pela sorte. Camanducaia cruzou da esquerda, Dênis escorou e Diego Silva, de frente para o gol, acertou a trave esquerda do goleiro Fábio. No contra-ataque, aos 38, Rodrigo Posso manteve o Tigre vivo na partida com uma grande defesa. Alecsandro foi lançado na área por Bomfim e Posso desviou o chute para escanteio.
Os minutos finais foram dramáticos, com ataques alternados e muita correria. Pelo Cruzeiro, Alecsandro desperdiçou duas chances de marcar quando tinha apenas um oponente a superar. O Ipatinga chegou a marcar o gol de empate aos 44 minutos, mas o assistente Helbert Costa Andrade anulou o lance ao marcar toque de mão de Teco. (BF)
retirado do site www.superesportes.com.br
É CAMPEÃO!!!!!
vlw
BK